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10 fevereiro 2014

Pegadas pré-históricas...

Olá pessoal,

O post de hoje é sobre um assunto bem bacana que nós, aqui do SNE, gostamos bastante: arqueologia! Simbora com a gente conhecer um pouquinho mais sobre as nossas origens:

Algumas pegadas humanas, feitas há 800 mil anos atrás, foram encontradas na Inglaterra. E foram classificadas como os rastros mais antigos de passos humanos já descobertos fora do continente africano. 
Essas pegadas de adultos e crianças foram encontradas à beira-mar em Happisburgh, no lodo de um antigo estuário.

Pegada humana (Foto: Martin Bates)

Atualmente, existem apenas dois locais onde foram encontradas pegadas mais antigas, e ambos estão na África: em Laetoli, Tanzânia, onde foram encontrados rastros de 3,5 milhões de anos, e em Koobi Fora, no Quênia, onde os rastros datam de 1,5 milhão de anos atrás.

Os pesquisadores descobriram pegadas durante a maré baixa e se apressaram em fotografá-las, antes que o mar as apagasse. Depois reconstituíram as imagens em 3D e conseguiram identificar que eram de adultos, além de algumas menores, que provavelmente pertenciam a crianças.

"É claramente uma célula familiar, em vez de um grupo de caçadores", declarou um dos pesquisadores, que considera que esses ancestrais mediam entre 90 cm e mais de 1,70 metro. No entanto, não se sabe a identidade exata dos humanos que deixaram essas pegadas. Eles podem estar relacionados a um povo de um período semelhante encontrado em Atapuerca, na Espanha, relacionado à espécie Homo antecessor, ou o "homem pioneiro".
Foto: Martin Bates

O Homo antecessor, aparentemente extinto na Europa há 600 mil anos, talvez tenha sido substituído pela espécie Homo heidelbergensis, seguida pelos Neanderthais, de cerca de 400 mil anos atrás, e pelos humanos modernos, que povoaram a Terra há por volta de 40 mil anos.


Bacana não?! Espero que tenham gostado...

Beijos

Josi

01 setembro 2013

Imagem da semana #71

Olá pessoal,

Uma equipe de pesquisadores descobriu um complexo arqueológico em Chavín de Huántar, no norte do Peru. No local, foram encontradas peças esculpidas em forma de cabeças, feitas em pedra, do período pré-inca. A estimativa é que as obras de arte tenham mais de 2 mil anos....legal não?!

Foto: EFE

25 maio 2013

Sítio arqueológico Aratu

Olá pessoal,

O post de hoje é sobre uma notícia que saiu essa semana na mídia sobre um assunto bem legal: vestígios arqueológicos de um grupo indígena de tradição cultural Aratu foram encontrados em Paraibuna, no Vale do Paraíba, em São Paulo. A descoberta foi feita há oito meses por um grupo de arqueólogos contratados pela empresa Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) para fazer prospecção e resgate arqueológicos nas áreas de influência das obras de duplicação do Trecho de Planalto da Rodovia dos Tamoios (legal a iniciativa não?!).

A presença do Grupo Aratu é rara na região do Vale do Paraíba, cuja população indígena mais comum era a Tupiguarani, segundo estudiosos. Os Aratus são conhecidos pela agricultura (plantio de milho, feijão mandioca e amendoim) e produção de peças cerâmicas. Estima-se que os índios tenham vivido nessa região por volta de 1400, antes do período de colonização do Brasil, pois os vestígios encontrados não apontam indícios de que a tribo tinha contato com os portugueses, que chegaram ao país em 1500. Porém o período específico só poderá ser apontado após a análise de amostras de carvão, encontradas no solo.
O sítio tem mais de cinco mil metros quadrados e está localizado próximo à margem do Reservatório de Paraibuna, local que no passado era ocupado pelo curso do Rio Paraíba. Foram encontrados fragmentos de utensílios cerâmicos (tigelas, potes etc) e material lítico lascado, predominantemente em sílex e quartzo, utilizados geralmente como ferramentas de corte e perfuração. No local, também foram encontrados vários fragmentos de urnas funerárias, utilizadas para armazenar os restos mortais. Pela quantidade de peças encontradas, trata-se de uma grande aldeia, com centenas de pessoas.

A área em que os vestígios foram encontrados não será afetada diretamente pelas obras, por isso será preservada e utilizada para pesquisas. A partir de sua descoberta ela passa a ser patrimônio arqueológico da União. Os objetos resgatados como amostras serão estudados em laboratório e reconstituídos com auxílio de computação gráfica e posteriormente disponibilizados para exposição. Para o local preservado há um projeto para transformá-lo em sítio-escola.

Espero que tenham gostado,

Beijos
Josi

22 março 2013

Tropeçando num dinossauro!

Olá pessoal,

Quem disse que não é possível literalmente tropeçar num fóssil de dinossauro?! Uma menina de nove anos de idade, moradora da Ilha de Wight, acabou literalmente tropeçando num fóssil de dinossauro enquanto caminhava na praia. E o mais interessante é que o fóssil era de uma dinossuaro ainda não descoberto e por isso o novo espécime acabou ganhando o nome da menina, que no caso se chama Daisy. 
Daisy Morris tropeçou em restos fossilizados na praia de Atherfield há quatro anos. Um artigo científico informou que a espécie recém-descoberta de pterossauro seria chamada Vectidraco daisymorrisae.
Representação artística de como seria o pterossauro descoberto (Fonte: BBC Brasil)

O especialista em fósseis Martin Simpson disse que este era um exemplo de como "grandes descobertas podem ser feitas por amadores".

A família Morris procurou Simpson, especialista da Universidade de Southampton, após a descoberta feita por Daisy em 2009. "Eu sabia que estava diante de algo muito especial. E estava certo", disse Simpson. O fóssil revelou-se como uma espécie até então desconhecida de pterossauro pequeno, um réptil voador de 115 milhões de anos, do período Cretáceo Inferior.
Daisy Morris (Fonte: BBC Brasil)

A nova espécie e o nome foram confirmados em um artigo científico publicado no dia 18 de março. Simpson disse que a erosão no litoral da ilha teria feito com que o fóssil tivesse sido "lavado pelo mar e destruído, se não tivesse sido encontrado por Daisy". O pterossauro já foi doado para o Museu de História Natural, que recentemente nomeou a Ilha de Wight como a "capital dos dinossauros da Grã-Bretanha".

A confirmação do Vectidraco daisymorrisae vem uma semana após uma outra descoberta na ilha de um esqueleto quase completo de um dinossauro de 12 metros de comprimento....essa ilha deve estar cheia deles!

Espero que tenham gostado!

Beijos a todos,

Josi







07 novembro 2012

Stonehenge tupiniquim!

Olá Pessoal,
O post de hoje é uma sobre uma matéria bem bacana que saiu na edição 186 da Revista Fapesp, quem quiser ver o texto na íntegra clique aqui.

No final do século XIX, o zoólogo suíço Emílio Goeldi fez uma expedição ao rio Cunani (atual norte do Amapá) e encontrou grandes blocos de rocha que pareciam apontar para o céu. Ao longo das seis primeiras décadas do século passado, alguns pesquisadores de renome, também avistaram essas construções humanas com os tais blocos de granito em alguns sítios arqueológicos. Alguns poucos vestígios de cerâmica foi encontrado no local e associado aos megálitos (como são chamadas grandes estruturas de pedra arranjadas ou construídas por mãos humanas) e provou que naquele pedaço quase perdido da Amazônia, apenas uma pequena população de algum povo pré-colombiano deve ter feito sua morada. Estes locais deviam ser usados apenas para fins cerimoniais.

Foto: Arquivo IEPA

Em 2005, um jovem casal de arqueólogos gaúchos, Mariana Petry Cabral e João Darcy de Moura Saldanha, deixou o Sul, se mudou para a capital amapaense e passou a se dedicar ao estudo de alguns 200 sítios pré-históricos do estado, dos quais uns 30 apresentam megálitos. Embora ainda exsita pouca informação sobre a antiga cultura que talhou e ordenou esses blocos de granito, alguns com até 2,5 metros de altura e 4 toneladas, a dupla de pesquisadores produziu uma série de novos dados sobre estas estruturas.
O casal de pesquisadores fizeram algumas análises e estimaram que o local foi habitado há cerca de mil anos. Outros 10 sítios do Amapá, três deles com megálitos, também foram analisados e todos parecem ter sido ocupados entre 700 e mil anos atrás.


Cerâmica aristé e monólito apontando para o sol no dia do solstício (Foto: Maurício de Paiva)  

É relativamente comum que sítios pré-históricos com megálitos exibam evidências de terem sido usados como lugares para observação de algum fenômeno astronômico. Essa é uma das funções que se atribuem comumente ao famoso círculo de pedras de Stonehenge, erigido há 4,5 mil anos no sul da Inglaterra. Seria esse megálito no Amapá um Stonehenge amazônico? As evidências apoiam essa interpretação. Nos últimos anos os arqueólogos realizaram medições  sempre na data de 21 ou 22 de dezembro, que marca o solstício de inverno, e verificaram que um fino monólito parece estar alinhado com a trajetória do sol ao longo desse dia. Ao nascer, o sol está no topo da rocha e, com o passar das horas, vai descendo até morrer na base da rocha. Dois outros blocos de granito, inclusive um com furo feito por mãos humanas, também ocupam posições aparentemente associadas ao movimento do sol  nessa data.
Foto: Mariana Cabral/IEPA

Este local no Amapá e outros sítios com megálitos exibem traços de terem sido usados também como cemitérios, outra característica típica desse tipo de estrutura pré-histórica. Urnas funerárias feitas no estilo cerâmico aristé, marcado por desenhos vermelhos sob um fundo branco ou pontuado por gravuras feitas na argila ainda úmida, foram encontradas nesses locais. Pedaços de vasos decorados, achados junto às urnas, indicam que os mortos podem ter sido enterrados ao lado de oferendas.
Bom, isso pode nos mostrar que por aqui viveram civilações um pouco diferentes dos "índios" aos quais estamos habituados ver...
Espero que tenham gostado!

Beijos a todos,

16 julho 2012

Supervulcões

Olá pessoal,

Primeiramente gostariamos de pedir desculpas pelo sumiço...mas não foi por querer! Tivemos um probleminha técnico com o nosso layout, porém já está tudo resolvido. Foi mal!

E agora vamos ao post do dia:

Alguém já ouviu falar de supervulcões? De vulcões sim....mas de supervulcões não né?!
No verão de 1971, um geólogo chamado Mike Voorhis estava fazendo uma pesquisa em um campo relvado no leste de Nebraska, nos EUA, quando descobriu por acaso um crânio perfeito de um rinoceronte, e juntamente com isso uma das jazidas de fósseis mais extraordinárias do mundo. Eram muitos esqueletos de animais mortos, soterrados por camadas de cinza vulcânica que chegavam a ter 3 metros de profundidade. O lugar hoje é um parque e é chamado de Ashfall Fossil Beds.

Ashfall Fossil Beds
 
O mistério era que não havia, e nunca houve nenhum vulcão em Nebraska!
Porém de onde veio tanta cinza? Como ela foi soterrar esses animais? Descobriu-se então que o evento que matou esses animais em Nebraska foi uma erupção vulcânica em uma escala nunca antes imaginada, porém situada a cerca de 1600 quilômetros de distância.
Descobriu-se ainda que, sob o Oeste dos EUA havia um grande caldeirão de magma, um ponto quente vulcânico colossal, que entrava em erupção cataclismicamente mais ou menos a cada 600 mil anos. A última dessas erupções acaba de completar 600 mil anos. O ponto quente continua ali e atualmente é conhecido como Parque Nacional de Yellowstone.

Parque Nacional de Yellowstone
Diâmetro hipotético do supervulcão de Yellowstone
 
Um supervulcão bastante famoso também foi o da Ilha de Tera ou Santorini, próximo à Grécia, que destruiu uma cidade da noite para o dia, o que originou a lenda de Atlântida por ter literalmente afundado a Ilha no oceano.

O que sobrou da Ilha de Tera

E quando esses supervulcões podem entrar em erupção novamente? E em qual local do planeta existem esses supervulcões? Geralmente é uma área grande onde a crosta pode ser mais fina e o acúmulo de calor ser muito mais intenso, porém não podemos prever esses eventos e nem mesmo saber com exatidão se esses locais “perigosos” realmente existem.
Sabemos surpreendentemente pouco sobre o que acontece sobre os nossos pés. É inacreditável que quando Ford começou a fabricar automóveis ainda não sabíamos que a terra possui um núcleo.
Espero que tenham gostado...

Bjos

24 junho 2012

Imagem da Semana #36

Olá pessoal,

Nesta semana arqueólogos encontraram um campo raro de fósseis de mamutes na Sérvia. Estima-se que no local haja restos de pelo menos cinco desses animais gigantes que viveram ali há milhares de anos.


Presa de mamute é retirada da terra em mina de carvão a céu aberto na Sérvia (Foto: Marko Drobnjakovic/AP)
Estudantes de arqueologia já estudam os restos de um mamute achado na mina de carvão em Kostolac.

Um abraço a todos,

Fonte: Globo.com

16 janeiro 2012

Imagem da Semana #14

Olá pessoal,

Descobertas arqueológicas são, na maioria das vezes, provenientes de escavações no solo. Pois bem, arqueólogos israelenses encontraram um selo para identificar pães kosher usado para judeus há 1,5 mil anos.

Foto:Autoridade de Antiguidades de Israel

O selo é feito de cerâmica e possui a imagem de Menorá, o candelabro de sete velas que simboliza o judaísmo. Essa marca indica que os pães marcados pela peça eram destinados aos judeus que moravam ali. Segundo os escavadores, esta é a primeira vez que um selo deste tipo é achado em uma área de escavações formais. Isso torna possível determinar a origem e a idade do objeto.

Um abraço a todos,

01 setembro 2011

Geoglifos no Brasil!

Olá pessoal,

Alguém sabe dizer o que é um geoglifo?

Segundo o dicionário: "Figura de grandes dimensões, cuja percepção só é possível a partir do ar ou de um plano muito superior, feita geralmente com rochas de cor diferente ou com desbaste de vegetação ou de material geológico."

Na revista FAPESP do mês de agosto deste ano saiu uma reportagem muito interessante sobre os tais geoglifos. Quem quiser da uma olhada na íntegra da matéria clique aqui.

Geoglifo em Nazca, no Peru.
 "Houve uma época em que os deuses parecem ter sido geométricos num canto da Amazônia, o leste do Acre, perto da divisa com a Bolívia. E essa época provavelmente começou bem antes do que se pensava. Doze datações por radiocarbono feitas em diferentes setores de três sítios arqueológicos dessa região sinalizam que a construção dos chamados geoglifos teve início há no mínimo 2 mil anos.


Os geoglifos são feitos a partir de restos de carvão queimado encontrados numa camada geológica rica em pedaços de cerâmica. A presença deles é um indicativo de que houve ali alguma presença humana. A nova série de datações também sugere que os desconhecidos autores dos geoglifos podem ter desaparecido antes da chegada dos europeus nas Américas.


Desde os anos 1970, quando partes do Acre começaram a ser desmatadas por atividades agropecuárias e foram avistados os primeiros geoglifos em pontos até então cobertos pela floresta, os pesquisadores se indagam por que os antigos habitantes da região esculpiram círculos e quadrados em baixo-relevo no solo. A hipótese inicial de que as construções poderiam ter tido funções defensivas, semelhantes à de um forte, parece fazer cada vez menos sentido. Escavações recentes feitas em quase uma dezena de sítios do Acre associados à ocorrência dos desenhos sinalizam que esses lugares não foram usados como moradia por povos antigos. Como uma espécie de praça tribal, a área interna dos geoglifos deve ter sido utilizada para cerimônias. Em média, a área interna de um geoglifo varia de 1 a 3 hectares. As figuras menores apresentam geralmente linhas arredondadas, enquanto as maiores podem ser tanto círculos como quadrados.
 


A tecnologia aeroespacial tem sido uma aliada dos arqueólogos na tarefa de localizar e estudar os sítios amazônicos com geoglifos. Estar um pouco longe e acima dos desenhos (dentro de um avião olhando pelas  lentes de um satélite) facilita o trabalho de procura das grandes figuras geométricas em meio a áreas desmatadas (se a área não estiver coberta por floresta!).


Não há evidências concretas sobre quem foram os construtores dos geoglifos nem quanto tempo foi consumido nessa tarefa. A construção de valetas e muretas para cercar casas e aldeias já ocorria, por exemplo, na Europa há aproximadamente 10 mil anos, nos primórdios da agricultura. Mas na Amazônia esse tipo de construção é bem mais rara."

E vocês? Já viram um geoglifo quando estava andando de avião?

Um abraço a todos,

12 agosto 2011

Terra Preta de Índio!

Olá pessoal,

Hoje trago um assunto bem bacana e bem diferente...espero que gostem!

"As áreas com Terra Preta são encontradas sobre os mais diversos tipos de solos e normalmente se localizam em terra firme, próximas às margens de rios e em locais bem drenados. Ela pode ser identificada por sua cor escura, resultado da concentração de substâncias orgânicas depositadas no solo que apresentam altos teores de cálcio, carbono, magnésio, manganês, fósforo e zinco, elementos que tornam essa terra fértil.
As áreas de terra preta medem em geral cerca de 2 a 3 hectares, mas há exceções, como no caso da Estação Científica Ferreira Penna, no coração da Floresta Nacional de Caxiuanã (PA), onde se pode encontrar terras pretas numa extensão com mais de 100 ha. A camada de Terra Preta sobre o solo possui em média 40 a 60 cm, mas pode atingir até 2 m de profundidade dependendo do lugar. Apesar da grande quantidade de sítios arqueológicos já conhecidos, não se tem um mapeamento de todas as ocorrências de Terra Preta na Amazônia. A estimativa é que ocorram centenas de sítios espalhados pela região.




Sítio arqueológico com Terra Preta na região amazônica.
  
Os arqueólogos costumam debater qual o real significado das manchas de terra preta encontradas em sítios pré-históricos da Amazônia Central, para alguns elas são um indicativo de que grupos indígenas pré-colombianos viveram por centenas ou até uns poucos milhares de anos em sociedades complexas e estruturadas, baseadas na agricultura sedentária e no manejo do ambiente, em meio à floresta. Para outros, a existência desse tipo de terreno mais escuro, frequentemente recheado de fragmentos de peças de cerâmica, não é uma prova cabal de que houve ali um processo de ocupação humana antiga e prolongada antes do desembarque do conquistador europeu.


Comparação entre solo comum da região e Terra Preta ao lado.


"Bom pessoal pra quem quiser saber mais a respeito da Terra Preta é só ler a matéria na íntegra que saiu da Revista Fapesp (Edição Impressa 183 - Maio de 2011 )....


Beijos a todos....