20 fevereiro 2012

Imagem da Semana #19

Olá pessoal,

Nesta semana foi noticiado que três satélites europeus deverão medir com exatidão o campo magnético da Terra. Eles foram apresentados nesta sexta-feira (17) no centro espacial de Ottobrunn, no sul da Alemanha, onde foram submetidos aos últimos testes.

Segundo os planos da Agência Espacial Europeia, os três satélites deverão ser lançados em julho da base russa de Plesetsk, no marco da missão Swarm.



Após algumas semanas, os cientistas esperam os primeiros dados, mas a importância da missão se baseia antes de tudo em uma observação durante um longo período.

Por isso, os satélites deverão colher dados durante pelo menos quatro anos.

Um abraço a todos,

15 fevereiro 2012

VI SBES: Simpósio Brasileiro de Educação em Solos

Olá pessoal,

O VI Simpósio Brasileiro de Educação em Solos acontecerá de 22 a 25 de maio de 2012 na Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), campus da Betânia, localizada na cidade de Sobral, no Estado Ceará (CE), a 266 Km da capital, Fortaleza.



O VI SBES traz como tema principal “O ensino do solo na análise integrada da natureza e da sociedade” e reunirá profissionais de todo o país que se dedicam à pesquisa em solos, atuando em diversas áreas do ensino, da pesquisa e extensão, seja em instituições públicas, privadas e das diversas organizações.   

Estarão presentes professores, pesquisadores, técnicos e representantes de instituições, para alguns dias de intercâmbio de trocas de experiências, conhecimento mútuo e busca de nova aprendizagem. Uma oportunidade muito boa pra todos que querem discutir mais sobre o ensino de solos. Vocês podem encontrar mais informações sobre o Simpósio no site oficial, clicando aqui.

E aí, quem vai estar por lá em maio?

Um abraço a todos,


12 fevereiro 2012

Imagem da Semana #18

Olá pessoal,

A união dos continentes americano e asiático é apontada como o próximo supercontinente na Terra, segundo um estudo feito por pesquisadores da Universidade Yale, nos EUA. O trabalho é tema da edição desta semana da revista científica “Nature”.

Teorias tradicionais para explicar o ciclo de supercontinentes dizem que essas grandes massas de terra são formadas de duas maneiras: ou no mesmo lugar que o supercontinente anterior ocupou ou no lado oposto do globo terrestre.

Ilustração mostra movimento dos continentes atuais para formar Amásia. À esquerda, o deslocamento na direção do Polo Norte. Ao lado, o resultado final do encontro. (Foto: Nature / Divulgação)
Mas a equipe norte-americana apresentou uma posição alternativa para Amásia. O próximo supercontinente ficaria a aproximadamente 90 graus de longitude oeste de distância da Pangeia, último grande supercontinente no passado, cujo centro geográfico ficava onde hoje está a África.

Eles sugerem que Amásia será formada pelo deslizamento de placas tectônicas -- uma debaixo da outra --, o que daria fim ao oceano Ártico a ao mar do Caribe. Segundo o modelo, a América permaneceria na mesma posição e receberia o encontro das placas asiáticas.

Um abraço a todos,

08 fevereiro 2012

Curiosidades #3

Olá pessoal,

Vocês já devem saber aqui pelo blog que existem minerais chamados de quartzo, biotita, O post de hoje fala de um assunto bem bacana que saiu na Revista Pesquisa Fapesp (vocês podem ler a matéria na íntegra clicando aqui), que trata sobre o descobrimento de minerais.

Daniel Atencio disparou um e-mail com esse título no dia 2 de novembro de 2010 para comunicar, como ele explicou em seguida, “o nascimento de minha décima segunda filha, carlosbarbosaíta, que veio fazer companhia a chernikovita, coutinhoíta, lindbergita, matioliíta, menezesita, ruifrancoíta, footemineíta, guimarãesita, bendadaíta, brumadoíta e manganoeudialita”. Professor do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP).

Carlosbarbosaíta

A carlosbarbosaíta fez um percurso que mostra como encontrar novas espécies de minerais combina pa­ciência, amizade e muita colaboração entre especialistas não acadêmicos e acadêmicos. Luiz Menezes, engenheiro de minas, colecionador e comerciante de minerais que coletou o que lhe parecia ser um novo material, fez as primeiras análises em um microscópio eletrônico da Universidade Federal de Minas Gerais. Como não pôde ir adiante, mandou sua amostra para a USP. Atencio examinou-a por raios X, confirmou que se tratava de uma espécie nova de mineral, mas também não conseguiu avançar: os cristais de 50 x 10 x 5 milésimos de milímetro eram minúsculos demais, dificultando as análises. Pela mesma razão, durante quatro anos, pesquisadores da USP de São Carlos, do Canadá, da Rússia e dos Estados Unidos que entraram na história avançavam pouco, até que, em abril de 2009, Mark Cooper, da Universidade Manitoba, Canadá, conseguiu um equipamento de raios X que finalmente completou as análises, elucidando a estrutura atômica do mineral, cujos cristais formam longas agulhas ricas em óxido de urânio e nióbio.

A pedido de Menezes, Atencio escolheu o nome para o novo mineral, em homenagem a Carlos do Prado Barbosa, engenheiro químico e colecionador de minerais falecido em 2003 que participou da identificação da bahianita, reconhecida como novo mineral em 1978, e da minasgeraisita, de 1986. Geó­logos vivos também são homenageados, embora, como os biólogos, não possam pôr o nome deles próprios em espécies novas que descobrirem.

Vejam aqui outros minerais com nomes curiosos:

Menezesita: óxido de nióbio, bário, zircônio e magnésio, com cristais vermelhos de 12 faces. Homenagem a Luiz Alberto Dias Menezes Filho.
Coutinhoíta: silicato de urânio e tório, com cristais placoides amarelos. O nome é uma homenagem a José Moacyr Vianna Coutinho, professor da USP.

Matioliíta: fosfato de sódio, magnésio e alumínio, com cristais prismáticos azuis. Homenagem a Paulo Anselmo Matioli.
E você, se descobrisse um mineral novo...que nome daria? rs.
Um abraço a todos,

06 fevereiro 2012

Imagem da Semana #17

Olá pessoal,

A Nasa divulgou esta semana uma nova imagem de uma fenda de 30 km de comprimento, na Antártida, que pode gerar um iceberg maior que Nova York. Ele teria 900 km², contra 785 km² da cidade americana. A área do bloco de gelo corresponderia a 60% da cidade de São Paulo.

Foto: Nasa/ GSFC/ METI/ ERSDAC/ JAROS, and U.S / Japan ASTER Science Team

A fotografia mostra o bloco de gelo do alto, à distância. A rachadura, que tem 80 metros de espessura e 60 metros de profundidade, aparece na imagem como um risco.

Um abraço a todos,

01 fevereiro 2012

Para o educador #4

Olá pessoal,

Há algum tempo atrás um dos nossos voluntários, o Rodrigo (Bób's), nos enviou um vídeo muito interessante e resolvemos compartilhar com todos aqui. É uma palestra do Mário Sérgio Cortella, filósofo brasileiro, mestre e doutor em Educação pela PUC-SP, onde também é professor titular do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e da pós-graduação em Educação.

Esta é a primeira parte da palestra "Não nascemos prontos":


As outras três partes podem ser encontradas aqui: parte 2; parte 3 e parte 4.

A discussão é extremamente pertinente para todos os educadores e pessoas que estão convivendo no dia a dia com a nova geração. Quais as melhores estratégias para melhorar o ensino? Usar as novas tecnologias com intuito de chamar atenção? Continuar com o bom e velho modo de dar aulas? Uma mistura das duas estatégias?

Alguém tem alguma sugestão? rs

PS: como diria o próprio Cortella no fim da quarta parte: "Alguém tem que fazer alguma coisa! Cá estamos..."

Um abraço a todos,