sexta-feira, 29 de abril de 2011

Campanha de voluntários 2011

Olá pessoal

Estão abertas as inscrições para participar do grupo de extensão “Programa Solo na Escola/Esalq” do Departamento de Ciência do Solo (Esalq - USP). Pretendemos selecionar novos voluntários para o SNE.

Lembrando que o SNE tem como objetivos: Estimular a curiosidade e disseminar informações sobre o tema solo entre estudantes do ensino fundamental e médio (e quem mais quiser nos visitar!).

Bom,  a palestra de apresentação e inscrição dos candidatos acontecerá no dia 11/05/2011 as 18h, na Sala de Mineralogia do Departamento de Solos.

Confiram o vídeo de apresentação do SNE:

video

Produção e edição: Guilherme Raucci (Xuk)

Venha fazer a diferença! Venha fazer parte da nossa equipe!

Aguardamos a sua presença!


terça-feira, 26 de abril de 2011

Um planeta faminto

Olá pessoal

Encontrei (meio sem querer) um vídeo muito bom falando sobre a produção agrícola no Brasil, e as perspectivas para o futuro.

Vejam:




Essas informações dão pano pra (muita) manga...

Entre elas, a informação de que a utilização dos solos cresceu na mesma proporção que a evolução nas técnicas de conservação. Será mesmo?

Um abraço!

sábado, 23 de abril de 2011

Experimentos #1

Olá pessoal

Para inaugurar a aba experimentos, um dos nossos favoritos!

IMPACTO DA GOTA DA CHUVA


Objetivos: Demonstrar como o impacto das gotas de chuva sobre o solo contribui de forma significativa para o processo erosivo, ressaltando a importância da cobertura do solo e da mata ciliar no contexto das bacias hidrográficas.

Temas/Conteúdos (palavras chave): Erosão- chuva cobertura do solo mata ciliar. É possível estabelecer relações dessa temática com as bacias hidrográficas, ressaltando a importância da cobertura do solo e da mata ciliar no processo erosivo.

Planejamento e Realização:
Materiais necessários:
2 bandejas de plástico ou recipientes similares;
Solo;
Grama viva;
Garrafa PET;
Cartolina branca;

Espaço e condições necessárias: Não há restrição de espaço e condições

Montagem:
1. Preencher uma das bandejas com solo, deixando-o sem cobertura alguma. A outra bandeja deve ser preenchida com grama viva.
2. Encher a garrafa PET com água.

Realização:
3. Posicionar a garrafa PET com o bocal para baixo e abrir levemente a tampa fazendo com que um fluxo de água seja formado, simulando as gotas de chuva;
4. Envolver os recipientes com a cartolina branca de forma a facilitar a visualização do desprendimento de partículas no solo exposto, o que não acontece no solo coberto com a grama.

Ação/ Reflexão:
1-Realização do experimento problematizando o tema com as questões relacionadas à dinâmica da bacia (tipo de cobertura do solo, declividade, mata ciliar, preservação do solo, etc.);
2- Contextualizar o experimento com a realidade brasileira (política de reflorestamento, código florestal, política nacional de meio ambiente);
3- Analisar e refletir sobre o resultado da experiência em relação ao solo e ao processo erosivo ex: desprendimento de partículas de solo;
4- Discutir estes aspectos em escala real, considerando a área da bacia, e seus impactos ambientais, sociais e econômicos;
5- Concluir criticamente, de forma coletiva, sobre a experiência realizada.

Na internet:

http://solos.ufmt.br/docs/solostrop/cap4.pdf
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-solo/erosao.php

Nome: Equipe Solo na Escola
Instituição: ESALQ/USP
Idealizador / Autor da Atividade: Equipe Solo na Escola

Para maiores informações entre em contato.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Visitas 2011 #1

Olá Pessoal

Na última sexta-feira (15/04) recebemos nossa primeira visita do ano!

Quem veio até a estação foram os alunos do terceiro ano do ensino fundamental da Escola Jandyra, de Limeira. Estavam presentes os voluntários José, Matheus e André (eu). O pessoal chegou animado e foram divididos em 2 grupos: o primeiro ficou com o José e o segundo comigo e com o Mateus.

Começamos falando um pouco sobre as rochas e os processos de formação do solo, vulcanismo, até chegar na parte dos animais. Como era de se esperar, surgiram diversas questões, inclusive as minhas preferidas: dinossauros!

A partir daí partimos para a parte química do solo ("química é tudo!" como diriam os nossos visitantes...), o impacto da gota da chuva e a parte de erosão do solo (que fizeram sucesso). Mais para o final da visita outro experimento que deu bastante ibope foi o de solo como filtro (nós vamos colocar a "receita" de como fazer este experimento, atendendo a pedidos dos nossos visitantes).

Ao final da visita, os dois grupos se reuniram e fizeram um série de perguntas que já vieram preparadas de casa. A melhor delas: "O que vocês estudam?" Foi legal (e engraçado) ver um futuro engenheiro florestal, um aspirante a biólogo e outro biólogo tentando explicar "o que a gente estudava". A turma chegou bastante interessada na parte química do solo (química é tudo!), mas pelo que vimos saíram sabendo da importância da física e da biologia...afinal, um banquinho de 3 pernas não fica de pé se você tirar uma delas (de onde eu tirei isso nem eu lembro!).

Pra terminar, nos reunimos na saída da estação e tiramos a foto do grupo (que tem que virar protocolo!). Confiram:


Como "novato" e recebendo minha primeira visita, deu pra perceber o porque o pessoal do SNE gosta e se dedica tanto a este Programa. (sem puxar a sardinha pro nosso lado) Sinceramente, não dá pra explicar. Se quiser saber, se junte a nós e receba uma visita como a de sexta passada...aí fica fácil de entender.

Um abraço a todos

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Congresso Brasileiro de Ciência do Solo

Olá Pessoal

Entre os dias 31 de julho a 05 de agosto de 2011, no Center Convention de Uberlândia-MG, acontecerá o XXXIII Congresso Brasileiro de Ciência do Solo (XXXIII CBCS). Promovido bienalmente pela Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, esta edição será coordenada pelo Instituto de Ciências Agrárias (ICIAG) da Universidade Federal de Uberlândia.

O XXXIII CBCS aborda como tema principal solos nos biomas brasileiros: sustentabilidade e mudanças climáticas.   A escolha por esse tema se deve à importância de discutir assuntos como a sustentabilidade frente às mudanças climáticas, dentro dos biomas brasileiros, entre outros. Dentro deste tema central a discussão proposta acontece em diferentes eixos temáticos que são norteadores para as atividades como palestras, mini-cursos e apresentação de trabalhos em sessão pôster e apresentação oral.


Os eixos temáticos são: Os biomas brasileiros, com ênfase nos cerrados; uso de resíduos de atividades indústriais e pecuárias como fertilizantes e condicionadores de solo; sistemas integrados e sustentáveis (lavoura-pecuária e agrosilvopastoris); uso eficiente da água e fertirrigação; uso do solo e mudanças climáticas e vice versa; bioquímica dos solos e bioremediação e sustentabilidade ambiental.

Confira mais informações em: http://www.cbcs2011.com.br/

Um abraço

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Conservação do solo!

Olá pessoal

 Esta semana (15/04) se comemora o dia internacional de conservação do solo. Inclusive, esta data é instituída por uma lei federal! (Lei 7,876, de 13/11/1989). Se o solo deve ser conservado, significa que ele sofe modificações nas suas características físicas, químicas e biológicas. A modificação do solo (intemperismo) pode ser provocado por diversos fatores (alguns naturais), gerando erosão, compactação, salinização, desertificação e outros processos.

Compactação do solo
O homem também pode interferir no intemperismo natural do solo, aumentando muito os problemas. A implantação de culturas para subsistência (soja, café, cana-de-açúcar), a pecuária e o desmatamento são as principais práticas realizadas pelos humanos no solo, e que, se mau manejadas, podem resultar num aumento da degradação do solo.

Com o desmatamento e a retirada da cobertura natural o solo fica mais suscetível à ação direta da água da chuva, aumentando assim a erosão hídrica, gerando perda de solo. Junto com a erosão pode ocorrer a perda de nutrientes (lixiviação) e também o assoreamento de rios e lagos, quando estes nutrientes são depositados nos corpos d'água. Em pouco tempo o solo se torna empobrecido, o que diminui a produção agrícola. Portanto, a conservação do solo é necessária para evitar que a área seja degradada.

Erosão do solo

A erosão, inclusive, pode causar deslizamentos! Veja o post: http://solonaescola.blogspot.com/2011/03/deslizamentos.html

Plantio Direto
Existem algumas práticas agrícolas que podem conservar o solo, diminuindo assim o impacto gerado pelas culturas. A rotação de culturas é uma destas práticas, além do plantio direto, que consiste em evitar o revolvimento do solo no plantio e manter a cobertura da cultura na hora da colheita. Assim, evita-se o contato da chuva com o solo, diminuindo a perda de solo e nutriente. Existem diversas outras estratégias (plantio em nível, adubação verde, terraceamento) para que o solo seja conservado. 



Devemos manter o solo...não se esqueçam, é lei! rs Melhor não desrespeitar...

Um abraço 

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Carta do chefe Seattle

Olá Pessoal

Reza a lenda que em 1855 o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz já mais de 150 anos. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade, e alguns trechos relacionados ao solo. A carta:

"Como podeis comprar ou vender o céu, a tepidez do chão? A idéia não tem sentido para nós.  Se não possuímos o frescor do ar ou o brilho da água, como podeis querer comprá-los? Qualquer parte desta terra é sagrada para meu povo.

Os mortos do homem branco esquecem a terra de seu nascimento, quando vão pervagar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta terra maravilhosa, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós.
Nós mesmos sabemos que o homem branco não entende nosso modo de ser. Para ele um pedaço de terra não se distingue de outro qualquer, pois é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo de que precisa. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, depois que a submete a si, que a conquista, ele vai embora, à procura de outro lugar.
Trata a sua mãe, a terra, e seus irmãos, o céu como coisas a serrem comprados ou roubados, como se fossem peles de carneiro ou brilhantes contas sem valor. Seu apetite vai exaurir a terra, deixando atrás de si só desertos. Isso eu não compreendo.
Deveis ensinar a vossos filhos que o chão onde pisam simboliza a as cinzas de nossos ancestrais. Para que eles respeitem a terra, ensinai a eles que ela é rica pela vida dos seres de todas as espécies. Ensinai a eles o que ensinamos aos nossos: Que a terra é a nossa mãe. Quando o homem cospe sobre a terra, está cuspindo sobre si mesmo. De uma coisa nós temos certeza: A terra não pertence ao homem branco; O homem branco é que pertence à terra. Disso nós temos certeza. Todas as coisas estão relacionadas como o sangue que une uma família. Tudo está associado.
O homem não tece a teia da vida: É antes um dos seus fios. O que quer que faça a essa teia, faz a si próprio. Onde está o matagal? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. O fim do viver e o início do sobreviver."

Faz pensar né? rs
Um Abraço!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Curiosidades!

Olá pessoal

Aqui vão algumas curiosidades sobre o solo:

Todos os solos podem ser cultivados?
Nem toda a superfície do globo pode ser usada para fins agrícolas. Muitos solos não são propícios para o cultivo, principalmente em regiões frias como o Ártico, a Antártida e as montanhas. Outras terras são muito desérticas, altas demais ou pobres em nutrientes. As áreas não aptas representam mais de 60% do continente terrestre.

Cerrado
Depois da Mata Atlântica, o Cerrado é o ecossistema brasileiro que mais alterações sofreu com a ocupação humana.  A Mata Atlântica e o Cerrado são dois dos 25 "hotspots" do mundo, quer dizer, áreas mais ricas em biodiversidade e ao mesmo tempo mais ameaçadas no Planeta.

Desertificação
 Cerca de 180 mil Km2 de terras brasileiras – a maior parte delas na região Nordeste – estão em processo de desertificação só visto no continente africano. 

Transformação
Como entender as transformações de florestas antigas em desertos? Uma possível explicação são as variações no clima do globo terrestre ocorridas ao longo dos séculos. Essas mudanças foram determinadas por causas naturais. Algumas regiões provavelmente ficaram com o clima mais seco (árido ou semi-árido). Com as secas prolongadas, os solos também ficaram mais secos, rasos e impermeáveis. A vegetação foi se tornando esparsa. Só sobreviveu quem conseguiu se adaptar ao novo clima. E assim surgiu um novo ecossistema.

Saara

Localiza-se no norte da África. Em árabe, o nome Saara significa "planície dura, campo de areia". Uma vasta planície de areia e extensos campos de dunas. Essa é a monótona paisagem do maior deserto do planeta. Mas o que não aparece, o Saara se esconde debaixo de um solo rico em minério de ferro, gás natural e petróleo.

 Solo Lunar
O solo lunar é mais rico do que pensam os geólogos, pois contém uma variedade de elementos químicos úteis como a prata, o hidrogénio e o mercúrio, revelam as mais recentes conclusões de um projeto da NASA.

Diversidade
Na Terra pode-se encontrar organismos vivos inclusive a 3,2 km de profundidade sob o solo.



Cultura Inútil:

Solo como alerta e camuflagem
As avestruzes não enfiam a cabeça no solo...se fizessem isso, morreriam sufocadas. Suas pernas são suficientemente grandes para essas aves se defenderem de quem as ataca - ou para fugirem correndo. Elas, na verdade, encostam o ouvido no chão para perceber a vibração do solo e a aproximação de eventuais predadores. Nessa posição, o animal também consegue se misturar com a vegetação e afastar qualquer perigo de ataque.

O solo enganando...
As miragens ocorrem quando a luz atravessa duas camadas de ar com temperatura diferentes. O sol aquece a camada superficial do solo que aquece a atmosfera imediatamente acima do solo. Os raios de luz sofrem deflexão pelo ar quente e refletem o céu. Para o observador as massas de ar atuam como espelho.

Um abraço!!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Para o educador #2

Olá pessoal

Workshop BIOTA-FAPESP Biodiversidade, Educação e Divulgação será realizado nos dias 7 e 8 de abril de 2011 no Centro de Convenções da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O objetivo do evento é dar continuidade e ampliar as discussões que o BIOTA-FAPESP organiza na área de educação em biodiversidade, especialmente voltadas para ensino fundamental e médio, bem como sobre a divulgação científica em biodiversidade.

O workshop tem como público-alvo pesquisadores e alunos do ensino superior de biologia, química, física, geociências e professores de ciências e biologia do ensino básico.

A coordenação é de Carlos Alfredo Joly, coordenador do BIOTA-FAPESP e professor da Unicamp, Érica Speglich, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Rio Claro, e Suzana Ursi, professora da Universidade de São Paulo (USP).

“Sobre o diagnóstico das pesquisas e iniciativas na área de educação e de divulgação científica em biodiversidade”, “Potencialidades para o trabalho com a temática da biodiversidade em espaços de educação formal – questões curriculares e formação de professores” e “Potencialidades para o trabalho com a temática da biodiversidade em imagens, sons, paisagens” serão alguns dos temas apresentados.

Mais informações e inscrições com o Fórum Permanente de Meio Ambiente e Sociedade: http://foruns.bc.unicamp.br/energia/foruns_energia.php

Um abraço

terça-feira, 5 de abril de 2011

Para o educador #1

O que é ensinar?

Olá pessoal

Essa semana estávamos discutindo a respeito da realidade do professor no país e aí surgiu essa pergunta, que parece fácil, mas pelo menos eu me enrolei (bastante) pra responder. Como o SNE serve como Estação de experimentos e recebemos visitas, acho que a pergunta é pertinente.

Será que eles concordariam comigo?
Eu não sei se esses meus conceitos são de Piaget, Paulo Freire, se fazem parte de alguma corrente pedagógica, ou são a mistura de todos eles. Vou falar pela minha experiência. Aí você me pergunta...”mas que experiência você tem?” Bom, eu já dei algumas aulas de Biologia e Ciências e alguns seminários sim...mas minha verdadeira experiência é como aluno. Depois de 22 anos na escola (eu sei...parece música do Legião Urbana, não foi proposital...juro!) a gente aprende algumas coisas, depois de ter tantas aulas boas e ruins...algumas péssimas.
Pra mim, ensinar não é só chegar e “despejar” o assunto, mostrando toda a “sabedoria” que o professor possui, mas sim expor o assunto da forma mais simples possível, para que ele seja facilmente entendido. E isso é difícil! A maioria de nós está acostumada com termos técnicos, conceitos que para nós são óbvios e que na verdade não são tão óbvios assim. Eu mesmo já fui criticado em alguns posts aqui por usar uma linguagem “técnica demais” e já tive que reescrever um ou outro várias vezes antes de publicar.
Outro ponto importante é o entusiasmo...a “paixão” por ensinar. Isso conta, e muito! Passar esta motivação pro aluno é fundamental. Acho que esta motivação tem sempre que fazer parte da aula. Eu me lembro até hoje dos professores que fizeram diferença na minha vida. Em compensação tive outros que simplesmente entraram na sala e deram aulas...desses não lembro nem do rosto.

Foi o que eu aprendi com os (bons) professores que tive...criar um senso crítico quanto às coisas que são apresentadas. Passar aos alunos mais que conhecimentos, mas também fazer a diferença com experiências pessoais, apresentar a aplicabilidade do conhecimento na vida, não apenas dentro da sala de aula.
Talvez eu volte a dar aulas daqui a algum tempo com mais cuidado e com estes conceitos fixos em mente. Até lá, vou aprendendo com os professores que sabem (e ensinam) alguma coisa, e sobrevivendo aos que não sabem ensinar
E vocês, o que acham?

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A Terra não é rendonda?

Olá pessoal
A forma da terra sempre foi uma grande pergunta, com várias respostas....diferentes culturas em diferentes épocas tinham suas teorias quanto à forma do nosso planeta.
A Terra plana dos babilônicos
Tanto os babilônicos quanto os egípcios acreditavam em uma terra plana sob um domo do céu.  Os babilônicos ainda acreditavam que a terra era um ser vivo, um monstro adormecido, cuja pele estava coberta de vegetais e rochas – as escamas do monstro! Já os egípcios diziam que os deuses comandavam o Universo. Os Hindus acreditavam que quatro elefantes sustentavam a terra, que teria a forma de uma metade de uma esfera. Isso sem contar o conceito dos maias, incas e outras civilizações antigas
A Terra esférica de Aristóteles
Na Grécia antiga as coisas começaram a mudar...Apesar de todos os deuses da mitologia, os filósofos possuíam teorias bem elaboradas. Tales de Mileto dizia que a Terra era um disco plano em uma vasta extensão de água. Pitágoras e Aristóteles já afirmavam que a o planeta era esférico.  Apesar destas teorias o conceito de “Terra plana” foi fixado devido à pressões religiosas e poucos estudos na época Medieval, e só caiu devido às circunavegações, onde os marinheiros provaram que era possível dar a volta ao mundo.
Dando um salto no tempo, passando pela “Era das luzes” e as pesquisas espaciais, o grande marco que fixou a Terra como esférica foi a primeira viagem espacial onde o russo Yuri Gagarin afirmou: “A Terra é azul” e as fotos e imagens de satélites dos anos posteriores mostravam um planeta redondo. Mas o planeta nunca foi uma esfera perfeita, devido à sua rotação. Os pólos são achatados, como se fosse uma maçã. As imagens de satélite levam em conta a água dos oceanos e a atmosfera...um pouco de água aqui, gás ali e o planeta parece redondo e azul.

A Terra redonda de Yuri Gagarin
 No fim do mês de março os cientistas da Agência Espacial Européia (ESA) utilizaram satélites geodésicos (tipo a Ferrari dos satélites) para determinar a real estrutura da Terra. Devido à gravidade (e à irregularidade da superfície da Terra) os satélites se localizavam mais altos ou mais baixos e por meio dessas medidas foi possível construir um novo modelo de formato da Terra. O planeta é abaulado em torno do equador. Campos de gás, depósitos minerais, aquíferos e formações rochosas também afetam a força da gravidade. Vejam o vídeo da ESA: 

Hoje, com a tecnologia que existe é possível realizar feitos que antigamente eram apenas imaginados e propostos..quem sabe daqui algum tempo não mudam de novo a estrutura da Terra?

Um abraço a todos

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Mais visitas à vista!!!

Olá pessoal

Temos uma novidade bem bacana neste ano para o SNE

O Museu "Luiz de Queiroz" foi convidado pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), da Secretaria da Educação do Governo do Estado de São Paulo, para participar do programa "Cultura é Curriculo". Como parceiro, o Programa Solo na Escola da ESALQ será parte do roteiro de visitação dos estudantes.

Veja no link abaixo outra experiência dos estudantes neste programa, em Piracicaba:

Esta iniciativa da Secretaria da Educação do Governo é muito importate para que crianças e jovens possam ter acesso à ciência e cultura através de visitas à Museus e Centros de Ciência.


Pelo jeito teremos que fazer hora extra pra receber tanta gente! rs.

Um abraço a todos
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